O Pandeiro do Doutor

 

Doutor, doutor,

a sua alegria nos contagiou.

Com seu pandeiro, muita fé e samba,

à nossa gente o carnaval levou.

 

Bailava bochas, brincava damas,

e militava lá no tribunal.

Mas quatro dias, uma vez ao ano,

era encarnado o próprio carnaval.

 

Passou-se o tempo e o carnaval ficou,

sofisticado e de investimentos.

Novos sambistas a vida enviou,

percussionistas, novos instrumentos.

 

Do bairro alto, bela paulista,

descia em grupos de almas joviais.

Cessou sem samba, calou-se o pandeiro,

mas permanecem os seus ideais.

 

 

Modesta homenagem ao carnavalesco,

advogado, damista, bochófilo e amigo

Germano Zangaletti

 

Davson Grael Tablas

 

Indique o site para um amigo:

Seu Nome:
Seu E-mail:
Amigo:
E-mail do Amigo:
Mensagem: