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Os pinhos
cerrados
Os pinhos
cerrados e enfileirados
Perdem-se
de vista nos confins das minhas terras!
A brisa
matutina exala cheirinho de chuva no asfalto.
A praga da
vassoura-de-bruxa come o meu cafezal
Crescendo
a olhos vistos, gorda e feliz, a cada dia!
As abelhas
trabalham... trabalham...
Trabalham
tanto a ponto de adoçarem o chá que aquenta a minha alma!
O fogão a
lenha estralando lâminas de chama
Solta
baforadas de fumaça
Que
temperam a comidinha da fazenda!
E a bomba
de hidrogênio
Rearranja
todos estes átomos de carbono!
(PARALELOS
PERDIDOS - Günther Di Dio Krähenbühl)
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