Mãe

 

-Soneto-

O primeiro choro entre a fala,

Da criança exprime a pureza!

Chama o instinto da natureza,

“Mãe”! Vem de Deus que aclara!

 

Esta voz sempre repete o nome,

Pra aliviar no socorro e na dor;

Pra se mostrar na alegria e amor!

Quando se tem sede ou a fome!

 

A Mãe atenta o berço em vigília,

frágil sono, protege sua  família.

Das bênçãos, Mãe a mais garrida!

 

Não há beijo com tamanho amor,

Não há sentimento com tanto ardor,

Quando se encontra a Mãe querida!

“Homenagem ao dia das Mães”

-.-

Ulysses Cerqueira Leite T. Zorzella

 

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